Engenharia é um dos mercados mais promissores no mundo | Faculdade de Engenharia
A área de Engenharia, de um modo geral, vive um período de grandes mudanças favoráveis. A mais visível delas é o ‘boom’ da construção civil, com os programas de incentivos às habitações, expansão de indústrias e empreendimentos e os investimentos do governo federal, a exemplo do projeto da exploração da camada do pré-sal
De acordo com a diretora do curso de engenharia do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac), engenheira civil Tânia Carnaúba, o otimismo do mercado há 2 anos e meio começou a se refletir nos vestibulares, aumentando a procura nos cursos. Ela diz que a estimativa é de que o Brasil precise formar 20 mil engenheiros a mais por ano. “Graças a Deus não estamos sofrendo com a escassez de trabalho, ao contrário, o mercado está carente é de profissionais qualificados para atenderem à expansão do setor”, observou.
O maior problema enfrentado é a desistência de muitos estudantes. Só no Cesmac são aproximadamente 400 alunos, mas apenas 240 conseguem concluir o curso. Uma das causas é que alguns ingressam por influência dos pais e descobrem que na verdade não tem o mínimo talento para exercerem a profissão.
O campo de Engenharia é bastante amplo. O Cesmac, por exemplo, oferece as opções de Engenharia Civil, Elétrica, Produção, e Ambiental. Ao profissional de engenharia Civil compete o estudo, a pesquisa, o planejamento de obras físicas como casas, edifícios, ruas, pontes, torres, estradas, viadutos, barragens, entre outros. Já o de Produção tem sido muito requisitado por órgãos públicos, em função da escassez de engenheiros generalistas que possam atuar na interface da parte tecnológica e no gerenciamento dos processos produtivos industriais, como gestão e recursos físicos, humanos, tecnológicos, naturais e financeiros. É considerado um profissional mais versátil e flexível.
O Engenheiro Eletricista atua em áreas mais especificas voltadas à projetos de instalações elétricas prediais e industriais, planejamento e operação em sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, projetos, construção e manutenção de máquinas elétricas e equipamentos eletrônicos. O engenheiro Ambiental está ligado a qualquer tipo de obra, atuando em questões que se refiram ao meio ambiente, como impacto de projetos sobre o meio, gerenciamento e alternativas de recursos hídricos e situações nessa área.
Tânia observa que existe uma procura muito grande na área de Produção, porque o profissional pode trabalhar em qualquer tipo de gerência, e se situa bem em cargos administrativos com muita facilidade. Quem tiver formação em qualquer campo da engenharia, e tiver interesse em cursar outra área, estudará apenas mais três 3 e terá formação em outra especialidade. O piso nacional dos engenheiros é na faixa de nove salários mínimo (R$ 4.590), porém, ainda não é seguido em todo o país.
por Jornal Alagoas em Tempo




























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